Kervin Brisseaux já está familiarizado com a Adobe, ele trabalhou previamente com a Adobe como parte da série Faça no Celular. Seus clientes incluíram Nike, Pepsico e Atlantic Records e seu uso brilhante e ousado de cores combinado com ilustrações de ficção científica modernistas tornou-se sua marca registrada num dos mais vibrantes portfólios. Como nosso artista de destaque, conversamos com ele para aprender mais sobre o seu trabalho, sua aceitação sobre os recursos de banco de imagens e o que ele tem preparado para o futuro.

FOTOLIA: Você pode nos contar um pouco sobre você e seu histórico artístico?

KERVIN BRISSEAUX: Eu sou um artista e designer de Nova Iorque. Meu histórico acadêmico é em arquitetura e trabalhei brevemente no campo até fazer a transição para a ilustração e publicidade. Atualmente, sou Diretor de Design Associado no www.vault49.com e também tenho a sorte de fazer trabalhos autônomos para alguns clientes incríveis!

F: Então como você entrou profissionalmente na arte digital?

KB: Comecei a trabalhar como autônomo enquanto ainda estava na graduação em arquitetura, além de na época fazer trabalhos divertidos para vários coletivos de arte. Então, eu sempre fui desenhado (trocadilho intencional) para a ilustração, mesmo antes de fazer a transição em tempo integral para essa indústria alguns anos depois. Cerca de um ano após a graduação, eu consegui um agente e acabei trabalhando para uma variedade de agências de design em Nova Iorque antes de finalmente conseguir um trabalho em tempo integral no Vault49.

F: Quais são suas percepções sobre as imagens de banco de imagens, e você acha que a percepção está mudando?

KB: Eu acho que a utilidade da imagem de banco de imagens varia de acordo com o contexto. Pessoalmente, eu usei banco de imagens para campanhas comerciais e modelos para ideias. Uma espécie de “prova de fogo” para usar as imagens banco de imagens é, ironicamente, “parece uma imagem de banco de imagens”? O que quero dizer com isso é, por exemplo, como a qualidade dessa imagem se compara a realmente fazer uma sessão fotográfica? A resposta vai depender dos gostos e das necessidades de quem você estiver falando. Eu não sei se essa percepção mudou, mas acho que a acessibilidade do banco de imagens melhorou muito, e isso facilita para os designers, como eu, encontrar as imagens certas que atendem seus critérios.

F: Como você descreve seu estilo?

KB: Eu tendo a brincar com algumas mídias digitais, mas, em última análise, meu estilo tende a ser uma mistura heterogênea de elementos de ficção científica com formas e cores “néon-ácido”. Ao longo dos últimos anos, adaptei esse estilo para criar ilustrações de moda que reproduzam a realidade aumentada usando elementos de fotografia e ilustração.

F: Onde você encontra sua inspiração?

KB: Eu tendo a ficar MUITO no Tumblr e publicar minhas descobertas em um blog como resultado – www.dechinkos.com. Além disso, estar em Nova Iorque por si só tem sido uma ótima fonte. Há uma variedade de exposições, locais e cenas musicais que você pode ir nesta incrível cidade.

F: Que música você atualmente ouve enquanto trabalha?

KB: O que eu não escuto seria mais fácil de responder. Eu costumava ser DJ antigamente, então eu definitivamente tenho um acervo profundo de músicas em que eu transito. Meus gêneros favoritos geralmente são: deep house, soul, funk, R&B e hip hop.

Você pode descobrir mais sobre o trabalho de Kervin em seu siteBehance ou Instagram.

Conheça os planos de imagens e créditos de Fotolia by Adobe e encontre ilustrações para seus projetos!